Descritivo da Versão 14.04.02

Boa tarde a todos,

Visando sempre a melhoria dos processos e ferramentas dentro do sistema a Dlógica liberou uma nova versão e para um melhor entendimento das melhorias estamos fazendo vídeos explicando os pontos chaves das novas versões, por tanto segue o vídeo da nova versão 14.04.02.

Vídeo descritivo da versão:

 

Como sempre gostaríamos de informar que caso haja alguma duvida sobre o video ou a atualização em si, estaremos a disposição através tanto do MySuite(Chat de suporte encontrado no site dlogica.com.br) ou através do WhatsApp do suporte (15) 99712-3395

Muito obrigado pela atenção.

Aprenda a calcular impostos de uma empresa

Ontem realizando uma apresentação do software Dlógica para um prospect junto com meu companheiro de trabalho Eduardo, nos deparamos com uma situação que pesquisando melhor é assustadora no mercado. Essa situação é a falta de conhecimento de muitos gestores de como calcular os impostos de sua empresa. Não só se tratando de empresas recém abertas com gestores novos no negocio, mas sim com gestores a frente de suas empresas a mais de 20 anos. Tendo em vista que o software Dlógica dá todo respaldo e valores da operação num todo para o gestor, o mesmo também precisa entender para poder interpretar os cenários de tomadas de decisão além de saber a representatividade de cada departamento de sua empresa em percentuais afim de enxergar a rentabilidade final e real do seu negocio.

Com isso decidimos trazer nesse post um material que traz informações de como entender e calcular os impostos de sua empresa.

 

Você gostaria de entender melhor como calcular os impostos de uma empresa, mas ainda não sabe como?

Normalmente, as notas fiscais especificam os impostos que estamos pagando, sejam de serviços ou produtos. Mas entender melhor o assunto evita que haja qualquer tipo de problema, má interpretação e até mesmo sonegação fiscal.

Justamente por isso é importante conhecer melhor os cálculos e para que as cobranças e tributações servem. E para começar a controlar melhor as finanças da empresa, que tal começar por um bom planejamento tributário e pelo conhecimento de todos os principais impostos?

Utilizando planejamento tributário

O planejamento tributário é uma forma legal de reduzir e calcular os custos de impostos de uma empresa de maneira simplificada.

Existem basicamente três tipos de planejamento tributário no Brasil, que seria o estratégico, o operacional e o tático.

Seja a curto, médio ou longo prazo, todos eles ajudam a empresa a alcançar seus objetivos com projeções e organizações financeiras. Analisar a região em que a empresa está situada, a estrutura e previsão de crescimento, a área de atuação e a quantidade de funcionários, tudo isso pode influenciar no planejamento.

Existe algo muito importante neste contexto que deve ser observado, que seria a definição do enquadramento tributário da empresa. São também três opções:

  1. Simples Nacional
  2. Lucro Presumido
  3. Lucro Real

Uma vez escolhido o regime tributário que será levado para o ano, fica mais fácil consultar como calcular os impostos de uma empresa, cujas alíquotas variam de acordo com o enquadramento.

Principais impostos de uma empresa

Ao gerar notas fiscais, que servem como comprovantes de operações de compra e venda, existe uma série de impostos que incidem sobre elas e devem ser pagos pelas empresas.

Separamos abaixo os principais para que você possa saber como calcular os impostos de uma empresa com mais tranquilidade.

IRPJ

O Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) é uma taxa cobrada de todas as empresas com cadastro jurídico. O cálculo é baseado no lucro da companhia. A alíquota acaba sendo de 15% do lucro registrado e mais 10% quando o valor mensal apurado ultrapassa os R$ 20 mil.

COFINS

A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) é um tributo federal, que incide sobre a receita bruta das empresas. O cálculo é feito automaticamente com base no faturamento bruto e seu intuito é financiar a saúde, a previdência e assistência social.

Como a contribuição vigora em dois tipos de regimes diferentes (cumulativo, com alíquota de 3% em cima do faturamento; e não cumulativo, 7,6%), você pode consultar neste texto mais sobre o cálculo deste imposto em sua empresa.

CSLL

A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido é mais uma federal, que é voltada à seguridade social. O valor costuma ser de 10% a 12% do lucro líquido, mas o cálculo exato irá variar de acordo com o enquadramento tributário.

PIS

O Programa de Integração Social (PIS) financia o seguro-desemprego e o abono salarial de profissionais (setor privado). Para o setor público, o tributo é o PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). O tributo também vem especificado sobre as notas fiscais emitidas.

ISS

O Imposto sobre Serviços (ISS) incide sobre a prestação de serviços, seja de empresas ou profissionais autônomos. Trata-se de um imposto municipal e, portanto, sua alíquota varia de acordo com a regra de cada cidade. De toda forma, o valor sempre ficará entre 2% e 5% sobre o valor total do serviço.

Vamos supor, então, que a cidade para a qual você prestou serviço tem alíquota definida de 5%, e o serviço total foi de R$ 5 mil. Isso significa que o ISS será de 250 reais.

ICMS

Enquanto o ISS envolve a prestação de serviços, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) está mais relacionado às mercadorias vendidas. Neste caso, a alíquota também varia, uma vez que se trata de um imposto estadual sobre a nota. A diferença é que quem define é o estado e não o município.

Todas as movimentações de produtos, assim como serviços como comunicação e transporte, envolvem o tributo do ICMS, que geralmente tem uma alíquota de 17% ou 18%. Consulte a alíquota em seu estado e multiplique o preço do produto para chegar ao total do ICMS.

IPI

O Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) incide sobre produtos industrializados e sua alíquota chega a 30%. Será cobrado somente quando houver uma operação que modificou o produto original.

Caso a matéria-prima não tenha tido nenhuma mudança desde sua fabricação, não será necessário.

Ainda existem outros dois impostos sob produtos, o de Importação (II) e Exportação (IE) – o primeiro sobre as notas de produtos importados vendidos no Brasil, e o segundo de produtos que saem do Brasil e vão para fora.

Outro tipo de empresários que não citamos, mas que ainda assim pagam impostos, são os Microempreendedores Individuais (MEIs). Acontece que, diferentemente de empresas do Lucro Real, Presumido ou Simples Nacional, os cadastrados no MEI pagam todos seus impostos em um único documento, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Por cerca de R$ 52 mensais, o microempreendedor já está contribuindo INSS, ICMS e ISS. A emissão de notas fiscais, neste caso, não é cobrada.

Esperamos ter ajudado vocês parceiros com essas informações.

Até a proxima.

ICMS: Exclusão na base de cálculo do PIS/Cofins gera conflito. Fisco mantém entendimento contra empresas após decisão do STF, dizem advogados

Bom dia parceiros.

Fomos abordados por alguns clientes Dlógica sobre o uso de uma liminar concedida para a empresa com o fim de excluir o icms da base de calculo do Pis/Cofins. Esse assunto ainda tem gerado muitas dúvidas e entendimento entre advogados e escritórios contábeis que representam as empresas.

Advogados que defendem grandes empresas já se preparam para enfrentar autuações da Receita Federal sobre um caso já resolvido pelo STF: a inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS/Cofins.

Os escritórios afirmam que em casos recentes o Fisco tem desrespeitado a decisão por aceitar que apenas o imposto a recolher (líquido) seja excluído, e não o registrado nas notas fiscais (bruto). O julgamento pelo Supremo ocorreu em março de 2017, mas restam embargos de declaração.

À espera Advogadas de escritórios como Machado Meyer e Trench Rossi Watanabe afirmam que a Receita ainda não autuou clientes, mas que a expectativa é que isso ocorra quando as companhias pedirem compensação pelos valores que pagaram a mais.

À risca A Receita Federal afirma que o entendimento adotado está em harmonia com o do STF e que um dos questionamentos nos embargos de declaração é justamente sobre qual parcela do ICMS deve ser excluída.

No detalhe O Fisco argumenta que, se a decisão judicial é clara e especifica que o ICMS bruto deve ser desconsiderado, o entendimento é seguido.

Por: @Jornalcontábil